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quinta-feira, 30 de abril de 2009

Camila!

Meu irmão escreveu um texto sobre mim. Fiquei totalmente emocionada, eu amei.


Vejam:

Camila é uma pessoa que gosta de desafios novos e intrigantes. Isso por si só a definiria, já que, a partir dessa característica inerente à ela, podemos compreender os caminhos que ela escolhe seguir. Caminhos estes permeados pelos desafios que se dispõe a enfrentar.

Camila tem muitas características positivas ou não, qualidades e defeitos que redundam no que ela é. Uma amálgama de sentimentos, ações, pensamentos, enfim, o que a torna uma pessoa viva e atuante no contexto em que convive com outras pessoas.

Camila é muito humana. Não no sentido biológico estrito, como se ela tivesse mais sangue ou mais dedos nos pés, Camila é humana no sentido antropológico e existencial. Se importa com as pessoas e acredita que a vida vale a pena ser vivida. E quando lhe é possível, gosta de ajudar para que a vida de outras pessoas torne a ser melhor.

Camila é insistente. Sua insistência esta sobre a linha tênue da chatice e da esperança. Às vezes ela insiste tanto pra obter ou conseguir algo que se torna chata, mas sua insistência também é nutrida por sua esperança e isso é bom para auxiliá-la nesse caminho cheio de desafios.

Como irmão mais velho, sempre acho que posso ensiná-la algo e vou encerrando esse texto justamente para ensiná-la que a vida não se esgosta e nem pode ser descrita com palavras. Não podemos aprisionar a vida à letra ou a tinta que registra a palavra no papel; vida fica registrada na mente e no coração. Vida é como o vento: ninguém sabe de onde vem, nem para onde vai, se vai dar ondas ao mar ou levar a jangada a pescar, ou se vai fazer trabalhar o moinho. O melhor da vida está em sentir a brisa que beija o nosso rosto e acaricia nossos cabelos.
Viver a vida é saber que ela passa como o vento e se não sentirmos o frescor do vento, isso significa que não vivemos de fato.

A vida nos ensina o necessário para vivermos bem. Eu aprendi que a vida é como o vento e que palavras não basta para descrever alguém, principalmente alguém que amamos.

O melhor registro histórico é o de quem vive. Por isso, vivamos e deixemo-nos levar pelo vento que impulsiona a vida.



Roy Oliveira Duarte